Receber notificações
  Facebook
  RSS
  Whatsapp

Francisco Costa defende debate interno no PT antes da escolha do vice de Rafael Fonteles

Deputado elogia Washington Bandeira, mas afirma que decisão deve envolver lideranças, militância e o senador Wellington Dias.

Foto: reprodução O Dia

 Foto: reprodução O Dia

O deputado federal Francisco Costa (PT) comentou sobre a escolha do candidato a vice-governador da base governista e defendeu que, apesar do desejo do governador Rafael Fonteles em apoiar o nome de Washington Bandeira, a decisão final precisa passar por discussão interna no Partido dos Trabalhadores (PT) com a participação de lideranças e militantes.

O parlamentar, que já foi citado como possível nome para a vaga, afirmou estar focado em buscar a reeleição para a Câmara dos Deputados, mas reconheceu que a decisão final dependerá do partido. Ele também elogiou a gestão de Washington Bandeira à frente da Secretaria de Educação do Piauí (Seduc).

+SIGA O FOLHADEOEIRAS NO FACEBOOK

+SIGA O FOLHADEOEIRAS NO INSTAGRAM

+SIGA O FOLHADEOEIRAS NO YOUTUBE

“Entendemos que é razoável o governador apresentar uma sugestão. Reconhecemos o trabalho do secretário, que é muito preparado, que tem feito uma boa gestão, mas também precisamos compreender que é um debate que tem que envolver os principais líderes do partido, a militância e as bancadas estaduais e federal para construir um nome”, disse.

Francisco Costa destacou a importância de ouvir o senador e ministro Wellington Dias, apontando que ele foi um dos principais articuladores da eleição de Rafael Fonteles e deve ter papel relevante nas decisões da chapa.

“O ministro Wellington é um grande líder do partido, foi governador por esse estado por quatro vezes, foi o principal responsável pela eleição do Rafael, então é legítimo que o senador Wellington possa e deva ser ouvido para opinar neste cenário. Vejo com muita tranquilidade que agora, em 2026, é o momento de definir”, declarou.

Ao justificar a preferência de que o vice-governador seja do PT, Francisco Costa afirmou que a decisão não se baseia apenas em um desejo pessoal do governador, mas na força política do partido, que possui a maior representação entre as bancadas estadual e federal.

“O candidato a vice será do PT e não é só porque o governador quer, mas pela legitimidade. Em respeito aos outros partidos, o partido que tem 40% da bancada federal e estadual, com a tendência de ampliar com as movimentações previstas, é o PT. É legítimo, isso já está pacificado e compreendido pela base”, concluiu.

Portal O Dia

Mais de Política