Servidores da rede estadual e federal de educação paralisaram suas atividades na manhã desta sexta feira, 11, em Oeiras. Os educadores das escolas estaduais e do Instituto federal de educação-IFPI- se reuniram em uma manifestação na Praça Mafrense ao lado da Igreja da Conceição.
Os trabalhadores em educação se mobilizaram e foram às ruas e praças dizer NÃO ao retrocesso que os governos Temer e Wellington. Dias vem empurrando goela a baixo da população brasileira e piauiense.
Nesta sexta-feira, 11 de novembro, O SINTE-PI engrossou o cordão das reivindicações seguiu junta a CUT-PI e às demais centrais sindicais. A categoria da educação já vislumbra o retrocesso que vem sendo “legalizado” tanto no Congresso Nacional como na Assembleia Legislativas.
As pautas de reivindicações foram diversas e giram em torno de mobilização contra a terceirização, a Lei da Mordaça, a PEC 55 (ex-pec 241), o PLP 257, o PL 4567, a reforma da Previdência, a reforma do Ensino Médio, a flexibilização do contrato de trabalho, a prevalência do negociado sobre o legislado, em defesa da lei do piso.
De acordo com a presidente do SINTE/Oeiras,Paulina Almeida, a PEC 241 e a PLP 257, ambas já em tramitação no Congresso Nacional, ferem os direitos dos trabalhadores do setor público das áreas de educação, saúde e segurança pública, propondo, por exemplo, congelamento dos salários dos servidores públicos nos próximos dois anos e suspensão de concursos públicos, além da limitação dos gastos públicos.
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Redação|Folhadeoeiras
Emanuel Vital


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