A eleição para presidência da Câmara Municipal de Oeiras, que elegeu o vereador José Alberto (PP) para o biênio 2017-2018 ficou marcada pela desistência da chapa oposicionista que era encabeçada pelos vereadores Arimatéia Junior (PT) e Pedro Freitas (PMDB) candidatos a presidente e vice-presidente respectivamente.
O inesperado aconteceu após a oposição entender que houve um entendimento entre os vereadores da situação sem consultar a oposição sobre a forma em que a votação para a escolha dos novos membros da mesa diretora deveria acontecer. Coube então ao vereador Pedro Freitas anunciar que os vereadores da oposição deixariam o plenario e não participarima da eleição. O vereador Espedito Martins (PC do B) disse que aleição seguiu as regras pois, cinco dos sete partidos que tem representantes no legislativo estavam de acordo com aquela forma de votação.
Para o então candidato, Arimatéia Junior (PT), a eleição deveria acontecer como ocorreu na última eleição da Câmara. Segundo o vereador recém- empossado, os votos deveriam ter sido individual para cada cargo da mesa e de forma separada. Ele explica que primeiro se votaria em presidente, depois vice-presidente, secretario, e assim, por diante.
Momento em que os vereadores da oposição deixam o plenário e não participam da votação
De acordo com o vereador, o artigo 8º do regimento interno da Câmara de Oeiras, deixa claro que a forma como a eleição deve acontecer tem que ser decidia em consenso com todos os partidos. Para ele a forma de votação na chapa completa fere o regimento da casa.
“Nosso partido tem a maior bancada desta casa. Entramos em consenso e nos retiramos dessa votação. Vamos recorrer do resultado, pois o regimento tem que ser seguido pelos vereadores”, declarou.
Redação|Folhadeoeiras
Emanuel Vital


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