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Tempo Integral: a educação que transforma a vida de jovens no sertão do Piauí

 

 

Localizada em pleno semi-árido piauiense, a cidade de Oeiras tem se mostrado um rincão sertanejo cheio de peculiaridades. Entre outras coisas, o fato de ter sido a primeira capital do Piauí sempre a destacou entre os duzentos e vinte quatro municípios do Piauí. Com uma área territorial de 2.720 km², é tida por muitos como “Capital da Fé” em razão de grandes festas religiosas celebradas como a Semana Santa. “Berço da civilização piauiense”, por ter sido neste que o sertanista português Domingos Afonso Mafrense fez erguer a primeira fazenda de gado do que viria ser mais tarde, vila, cidade e primeira capital do estado. “Terra de escritores, intelectuais e loucos”, entre outras, são características marcantes do também conhecido “berço da cultura piauiense”. Se em tudo isso Oeiras se destaca podemos então dizer que existe algo que faz do oeirense um indivíduo peculiar no território piauiense de 251.529,186 Km2.

 

Mirante Morro da Cruz, um dos cartões postais de Oeiras em contraste com a caatinda

 

Com uma população de 35.646 habitantes segundo censo do IBGE (2010) a cidade tem sido destaque num fator que provavelmente seja a grande resposta para os predicados que tornam Oeiras um celeiro de campeões, a educação. Se a educação é considerada o caminho para uma sociedade alcançar pleno desenvolvimento, a cidade tem no Centro de Ensino Médio de Tempo Integral Desembargador Pedro Sá um demonstrativo real desse indicador.

 

 

O estado do Piauí não está entre aqueles que apresenta os melhores indicadores econômicos e sociais. O sistema educacional estadual sempre careceu de investimentos que pudesse proporcionar qualidade. Esse, sem dúvida, o colocaria a percorrer o caminho que sempre mereceu, o de ofertar uma educação de qualidades para os estudantes.

 

 

O advento da escola em tempo integral no estado tem sido uma vertente em resultados que podem fazer a educação piauiense uma positiva realidade. Uma mostra dessa forma positiva de fazer educação, é o exemplo de sucesso que o Centro de Ensino Médio de Tempo Integral Desembargador Pedro Sá tem demonstrado em seis anos de funcionamento na cidade de Oeiras.

 

 

O Cemti Pedro Sá faz acontecer em pleno o semiárido piauiense. Estudante dos mais próximos e longínquos municípios do Piauí e até de outros estados brasileiros tem procurado o centro de ensino para estudar em tempo integral. Durante o sexênio, estudantes de 20 cidades do Piauí procuram a escola com intuito de serem aprovado nos vestibulares. Os alunos que buscam o centro tem a certeza que o ensino oferecido é sinônimo de bons resultados.

 

 

Números mostram a diferença quando se estuda em Tempo Integral

 

 

O Centro de Ensino Médio de Tempo Integral Desembargador Pedro Sá vem sempre entre as melhores do estado do Piauí no ranking nacional do Ministério da Educação sobre as notas das escolas públicas no Ensino Nacional de Ensino Médio (ENEM), em seis anos na modalidade do ensino integral.

 

 

Durante esse tempo a escola tem obtido vários resultados que comprovam avanços reais quando alunos estudam em uma escola integral. Os feitos estão desde muitas aprovações em vestibulares bem como ascensão da qualidade do ensino conferida por exames nacionais e estaduais de diagnóstico da qualidade da educação como IDEB, ENEM e SAEPI.

 

 

Em seis anos trabalhando na modalidade de tempo integral a escola melhorou sua colocação subindo 40 posições. A escola que em 2009 era apenas a 47ª colocada entre as escolas estaduais, agora é sétimo lugar entre as públicas do Piauí.

 

Em seis anos na modalidade integral, escola cresceu 40 posições, é a 7ª do Piauí

 

 

No ano de sua criação, 2009, o Cemti Pedro Sá, tirou a melhor média no Enem em Oeiras, 490,89 pontos. No ano seguinte, 2010, a escola foi novamente a melhor de Oeiras no exame, e a sétima colocada em todo o estado do Piauí com nota 537,35. Em 2011 a nota cresceu mais ainda, 599,00. Em 2012 a nota do Cemti no Enem 492,49. Em 2013, o Cemti Pedro Sá se superou e apareceu na 5° colocação no ranking das escolas estaduais do Piauí com a nota 503,90 na prova objetiva. Já em 2014, a média 512,39 deu novamente a sétima posição para o tempo integral.

 

 

Em número de aprovação nos vestibulares a escola tem sido exitosa. O Cemti iniciou a seis anos atrás aprovando 75% dos seus alunos, hoje consegue aprovar até 100% em um feito inédito na educação piauiense e, por que não dizer brasileira.  

 

 

O Cemti já foi avaliado pela Secretaria de Educação e Cultura (Seduc) através do Sistema de Avaliação Educacional do Estado do Piauí (SAEPI). Na avaliação da SEDUC o centro superou todas as médias das escolas municipais, estaduais e ficou em primeiro lugar geral na avaliação.

 

 

Cemti Pedro Sá aprova alunos para estudar em intercambio internacional

 

 

O projeto "Aprender é uma viagem" oferece a estudantes da rede pública estadual de ensino a oportunidade de estudar Inglês e Espanhol durante um semestre letivo nas melhores instituições de ensino do Canadá, Estados Unidos, Nova Zelândia, Argentina, Chile e Espanha.

 

 

Entre as cidades do estado do Piauí que tiveram alunos inscritos para participar do projeto de intercambio em língua estrangeira no exterior, Oeiras conseguiu o maior número de aprovados, todos do ensino integral. No total, o Cemti Pedro Sá aprovou 12 alunos que integrou o grupo de estudantes que representou o estado do Piauí em diversos países.

 

 

Alunos do Cemti Desembargador Pedro Sá selecionados para programa de intercambio

 

 

O centro de ensino da primeira capital, não só aprovou o maior numero de estudantes para o intercambio como conquistou o primeiro lugar geral entre todas as escolas participantes. O estudante do primeiro ano do ensino médio, Taniel Nunes, ficou em primeiro lugar geral no estado do Piauí na concorrência em espanhol.

 

 

Durante o Processo Seletivo, os jovens foram submetidos a análise das médias das disciplinas de Língua Portuguesa e Matemática, bem como à frequência nas mesmas. Também foram aplicadas provas orais e escritas em Espanhol e Inglês.

 

 

Após serem selecionados e com passaporte em mãos, o Cemti Pedro Sá enviou quatro alunos para o Chile, três para a Espanha, três para o Canadá e, um aluno par a Argentina. Estes estudantes passaram seis meses aprendendo uma língua estrangeira e conhecendo novos países.

 

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Do estudo na zona rural, a estudante de intercambio na Europa

 

 

A jovem, Lívia Vanessa Gomes de Sousa de 17 anos, aluna do terceiro ano do ensino médio contou um pouco da saga estudantil desde quando estudava na zona rural de Oeiras até viajar e passar um semestre letivo fazendo intercambio na Europa.

 

 

A garota residia em Feitorias, um povoado rural próximo ao dos estudos e durante três anos do ensino fundamental viajava até Várzea Tranqueira onde estudou da 5ª a 7ª série em uma escola municipal na localidade.

 

 

A jovem lembrou as dificuldades que enfrentou quando estudava por lá. A estudante conta que para assistir aulas, os alunos iam a escola na carroceria de um carro aberto. Se por algum motivo, o carro não aparecia, todos faltavam as aulas. “Quando chovia, era um transtorno viajar em veículo aberto e sem proteção contra o sol e a chuva. Muitas vezes o carro não conseguia realizar o trajeto até a escola. A estrada era carroçal. Em parte, havia também uma subida muita alta. Com a chuva o terreno se transformava num grande lamaçal. O carro não conseguia subir e, perdíamos aulas nesses dias. Só muita força de vontade e o bom nível dos educadores que nos encorajava, mas valeu apena”, lembra.

 

 

A jovem só não estudou todo o ensino fundamental em Feitorias, por que se transferiu para Oeiras onde passou a morar com sua avó materna e cursou a 8ª série em uma escola estadual. Na zona urbana estudando em nova unidade de ensino, Lívia Gomes, pensava em seguir os passos de sua irmã, Ana Helena Gomes, que atualmente faz curso de nutrição na Universidade Estadual do Piauí.

 

 

Estudante Lívia Vanessa Gomes chegando ao Piauí depois de passar seis meses na Espanha

 

 

Para estudar o ensino médio, Lívia fez teste e garantiu uma vaga para ingressar no Cemti Pedro Sá. Também participou do programa de intercâmbio e foi uma das doze a conseguir vaga para estudar espanhol fora do Brasil.

 

 

“Eu não sabia que existia intercambio, não acreditava que isso era possível. Pensava que tudo seria uma grande enrolada e, ao final, não ia dar em nada. Se eu fosse aprovada, também não iria para lugar nenhum, pois meus pais não aceitavam e descartaram totalmente a hipótese de um estudo fora do Brasil. Eles diziam ter medo e não se responsabilizam se algo acontecesse comigo. Foi minha irmã que também foi aluna do Cemti Pedro Sá que convenceu meus pais ao falar da importância e do crescimento que o intercâmbio teria na minha vida pessoal e estudantil”, lembrou.

 

 

Com tantos altos e baixos a jovem estudante continuou descrente mesmo quando saiu o resultado da seleção estadual com seu nome entre os 10 primeiros colocados em uma lista de 120 aprovados. Segundo ela, a ficha só caiu de fato no dia em que viajou a Teresina para retirar o passaporte.

 

 

Com tudo resolvido, a aluna escolheu a Espanha para estudar. Morou e passou seis meses na cidade de Cádis uma cidade ao sul do país ibérico. “Na Europa aprendi muito e mostrei aos colegas de outros países um Brasil que eles não conheciam. Fazer esse intercambio, foi um momento único na minha vida se preciso fosse faria tudo de novo”, destacou. Lívia Gomes gostou tanto da experiência fora do Brasil que tentou uma vaga para ir aos Estados Unidos no Programa Jovens Embaixadores promovido pela Embaixada dos Estados Unidos.

 

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O sonho de estudar medicina, alcançado com perseverança, foco e determinação

 

 

O estudante Jardel Torres Costa de 18 anos fez história no Cemti Pedro Sá e, por que não dizer no centro sul piauiense. Ele não só foi aprovado no curso mais desejado pelos jovens em sua idade que cursam o ensino médio no Brasil, como foi aprovado em 11 vestibulares em universidades por todo o País.

 

 

Jardel conta que quando decidiu sair da pequena, Floresta do Piauí, um município do semiárido piauiense de apenas 2.482 habitantes para estudar o ensino médio, não pensou duas vezes quando optou pelo Centro de Ensino de Tempo Integral em Oeiras.

 

 

Em Oeiras, Jardel conta que morava com mais três amigos numa casa alugada pela prefeitura de Floresta do Piauí. Ele lembra que muitas vezes, os quatro amigos de estudos tiveram que dividir o espaço da casa com pessoas doentes que buscavam Oeiras para tratamento de saúde. Era comum pessoas que não tinham residência fixa e ter que ficar longo período em tratamento serem encaminhadas pela prefeitura de sua cidade natal, a procurar a casa dos estudantes para hospedagem até o fim do tratamento médico.

 

 

O que para muitos poderia ter sido um grande obstáculo, Jardel acolheu como inspiração. O futuro médico conta que poucos estudantes tinham tanta adversidade do que ele, mas a luta por seus objetivos não o deixava baixar a cabeça. Ele conta que o primeiro grande obstáculo seu estava em sonhar em ser médico. Segundo o rapaz, um médico, filho de um pai, pequeno comerciante, e de uma professora, de uma pequena cidade do interior do Piauí que sempre estudou em escola pública, era quase impossível.

 

 

Jardel ainda enfrentou e enfrenta até hoje um sério problema de visão que lhe desafia diariamente. Ele possui miopia e sério quadro de Glaucoma. Usa óculos com sete graus em cada lente. Há dias em que não consegue fazer absolutamente nada com muita inflamação e dor nos olhos que nem o colírio usado diariamente consegue amenizar. Tudo isso o garoto teve que superar para conseguir a grande meta.

 

 

Jovem Jardel Torres, escondia de todos o sonho de cursar medicina por ter vergonha

 

 

“Não sou um gênio, mas nunca pensei em desistir desse sonho e, quanto mais adversidade encontrava, maior era meu empenho. O ensino proporcionado na escola em tempo integral foi um dos principais fatores que contribuiu para concretização do sonho. A escola foi um diferencial. Os professores conseguem estimular os estudantes a ter compromisso com os estudos. Aliado a isso, foco, dedicação e perseverança”, salientou.

 

 

O futuro médico diz ter comemorado a conquista sozinho. “Quando soube da aprovação, eu gritava, pulava, não estava acreditando. Eu estava sozinho, ninguém comemorou comigo. Medicina era um curso considerado só para elite. Além de toda adversidade que passava eu enfrentava um grande desafio pessoal. Só meus pais sabiam desse sonho de cursar medicina. Eu não contava a ninguém com medo de que sorrissem de mim. Além das adversidades, nem mesmo meus pais acreditavam que eu podia conseguir”.

 

 

Jardel afirma que sua aprovação em medicina não foi só uma realização pessoal, mas foi uma esperança real de conseguir ascensão social para a família que o ajudou e que ele no futuro irá retribuir.

 

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Jovem deixa o Pernambuco para estudar em Centro de Tempo Integral no Piauí

 

 

A estudante, Bruna Marques Soares de 18 anos concluiu o ensino médio em uma Escola em Tempo Integral no Estado do Piauí. O fato seria comum se ela não tivesse deixado seus pais e sua terra natal, Santa Cruz do Capibaribe, no estado do Pernambuco em busca de um sonho.

 

 

Não por um acaso, Bruna escolheu estudar em Oeiras. A garota conheceu o Cemti Pedro Sá através de um primo que havia estudado na escola. Pelas boas informações que o primo passou à garota e pelo seu compromisso com os estudos, ela deixou o seu estado de origem e passou a residir em Oeiras para estudar em um Centro de Tempo Integral.

 

 

Santa Cruz do Capibaribe é um pólo têxtil localizado no semiárido pernambucano. A cidade é a maior produtora de confecções de Pernambuco segundo o SENAI e a segunda maior produtora de confecções do Brasil. Possuí o maior parque de confecções da América Latina em sua categoria, o Moda Center Santa Cruz. Santa Cruz do Capibaribe é o principal ponto de escoação e vendas de confecções de Pernambuco. Hoje a cidade é o segundo maior pólo de confecções do Brasil, superada apenas pela cidade de São Paulo.

 

 

Bruna Marques, deixou sua cidade natal no Pernambuco, em busca de um sonho no Piauí

 

 

Bruna Marques é filha única, deixou Santa Cruz do Capibaribe distante 763 km de Oeiras em busca da realização de um sonho. A garota nem de longe pensa em seguir os passos trilhados pela maioria dos jovens conterrâneos em sua idade. Bruna, almeja cursar Engenharia Civil. Para ela, estudando em sua terra natal este sonho ficaria longe de ser concretizado. Por isso, encontrou no Cemti Pedro Sá o que ela diz ser a oportunidade que estava procurando. Um ensino de qualidade aliado ao grande incentivo dos educadores.  

 

 

De acordo com Bruna Marques o seu estado é um dos pioneiros a oferecer o ensino em tempo integral no Nordeste. Ter mudado de domicilio para estudar em um Cemti no Piauí foi em razão do diferencial das escolas piauienses. Ela afirma que em sua cidade, não há um direcionamento e muito incentivo dos professores para que os estudantes façam o Exame Nacional do Ensino Médio (ENEM) e possam cursar uma graduação.

 

 

“Por Santa Cruz ser um pólo têxtil, o natural na minha cidade é os estudantes concluírem o ensino médio e logo seguir para as fábricas de confecção. Os cursos técnicos oferecidos pelo SENAI são em sua maioria voltados para a principal atividade econômica da “capital da moda” como minha terra natal também é chamada, indústria e comércio. Meus países também trabalham neste ramo. Minha mãe é funcionária do escritório de uma loja de vendas de confecções e tecidos e meu pai trabalha em uma fábrica de elásticos”, explicou a garota.

 

 

Ao concluir o terceiro ano do ensino médio, a jovem estudante já havia colhido frutos da sua escolha. Em dois anos estudando no Piauí foi aprovada três vezes no vestibular. Duas para o curso de nutrição da Universidade Federal do Piauí e uma vez em Administração na mesma instituição de ensino. Mesmo tendo sido aprovada nestes cursos a estudante não perde o foco e continua estudando para realizar o grande sonho de cursar Engenharia Civil.

 

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Uma escola formada por educadores focados em ensinar

 

 

Mesmo sendo uma das profissões pouco prestigiadas, ser educador sempre será um dos ofícios que mais conseguem transformar a vida do cidadão.

 

 

Na escola de ensino médio de Tempo Integral Desembargador Pedro Sá tem mostrado que mesmo em uma das profissões mais difíceis, quando se educa com foco no aprendizado e na formação do individuo como cidadão do mundo os resultados aparecem.

 

 

A equipe de professores é composta por profissionais das diversas áreas do conhecimento. Os educadores se comprometem em passar nove horas diárias ensinando quase quatrocentos alunos. Uma tarefa desafiadora em um país onde ser educador na maioria das vezes é um desafio a sobrevivência. Na escola, todo profissional é educador, da diretora ao vigia.

 

 

Parte do grupo de educadores do Centro de Tempo Integral Desembargador Pedro Sá

 

 

Muitos são pais e mães de famílias que deixam o aconchego do seu lar e suas famílias para passar nove horas ininterruptas a ensinar ciências humanas, ciências naturais, linguagens e matemática.

 

 

No caso dos docentes, a formação desses profissionais é um bom indicador para explicar os resultados obtidos pelos estudantes da escola. Mais de 95% tem titulação de especialistas. No entanto, é a dedicação profissional e vontade de ver estudantes oriundos de famílias de baixa renda crescer na vida que motiva o grupo.

 

 

Em conversa com o grupo de educadores, o que mais os empolga é ver os alunos ensinados por eles logrando êxito em seus propósitos profissionais e educacionais, sobre tudo o Exame Nacional do Ensino Médio, foco maior dos alunos da escola.

 

 

Para estes educadores, o retorno e a satisfação são conseguidos quando se observa a satisfação e o agradecimento dos nossos alunos quando estes retornam a escola agradecendo pelo empenho, pelo belo trabalho e pela dedicação em querer que esses cresçam e tenham um futuro profissional capaz de leva-los a patamares que os ofereçam uma melhor qualidade de vida.

 

 

Reportagem: Emanuel Vital

Fotos: Emanuel Vital

Redação: [email protected]

  

 

 

 

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