A Unidade de Pronto Atendimento (UPA), em Oeiras, fez 410 atendimentos de urgência, sendo que 16 foram encaminhados para o Hospital Regional Deolindo Couto, também em Oeiras. Apenas cinco pacientes de urgência foram encaminhados para Teresina.
Dados apresentados pela Central Estadual de Regulação de Internações Hospitalares, da Secretaria de Estado da Saúde, apontam que o Hospital Getúlio Vargas (HGV) e Hospital da Polícia Militar (HPM) receberam 84% dos pacientes, dos 75 regulados para os hospitais de retaguarda, no período compreendido entre 24 a 27 de dezembro de 2015. Outro número importante é que apenas 5% do total de pacientes atendidos foram transferidos destas unidades para a capital, o que ajuda a desafogar o atendimento em Teresina e mostra a resolutividade da rede estadual.
Segundo a Central, 20% são de pacientes oriundos do Hospital de Urgência de Teresina (HUT) e cerca de 32% oriundos da rede hospitalar estadual. Os demais vieram tanto de hospitais de Teresina quanto de outros municípios.
Apesar do grupo fluxo de pacientes no HUT, os hospitais regionais atuaram como “filtro”, tanto na urgência como para leitos de retaguarda, uma vez que apresentaram um grande volume de atendimento, com uma variável entre 1% a 5% de pacientes regulados para Teresina. “Aqueles pacientes encaminhados para o HUT são efetivamente alta complexidade, que devem ser atendidos no HUT”, reforça Alderico.
Os hospitais regionais de Bom Jesus, Campo Maior, Floriano, Picos e Piripiri receberam mais de 11,6% dos pacientes, tendo ainda o Instituto de Doenças Tropicais Natan Portela recebido cinco pacientes regulados pela Central de Regulação do Estado.
Emanuel Vital


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