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Últimos 8 anos podem ser os mais quentes já registrados, alerta ONU

As ondas de calor extremas, secas e inundações devastadoras afetaram milhões de pessoas e custaram bilhões de dólares somente em 2021.

Últimos 8 anos podem ser os mais quentes já registrados, alerta ONU (Foto: Fernando Ogura / AEN)

 Últimos 8 anos podem ser os mais quentes já registrados, alerta ONU (Foto: Fernando Ogura / AEN)

Os últimos oito anos estão a caminho de serem os mais quentes já registrados, afirma um novo estudo da Organização Meteorológica Mundial (OMM) divulgado neste domingo (6), durante o primeiro dia da COP 27.

A agência da ONU também alerta que ondas de calor extremas, secas e inundações devastadoras afetaram milhões de pessoas e custaram bilhões de dólares somente este ano. Tudo isso tem uma explicação clara: o aumento contínuo das concentrações de gases de efeito estufa e o acúmulo constante de calor.

 

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Últimos 8 anos podem ser os mais quentes já registrados, alerta ONU (Foto: Fernando Ogura / AEN)“Quanto maior o aquecimento, piores os impactos. Temos níveis tão altos de dióxido de carbono [um dos maiores contribuintes para a crise climática] na atmosfera agora que o 1,5°C do Acordo de Paris está mal ao nosso alcance”, disse o secretário-geral da OMM, Petteri Taalas.

De acordo com a OMM, a temperatura média mundial aumentará cerca de 1,15°C em 2022 acima da marca pré-industrial. Com isso, a agência ressalta que é bem provável que os anos que compõem o intervalo entre 2015 e 2022 provavelmente sejam os oito anos mais quentes já registrados.

E essa tendência de aumento se confirmará mesmo com a influência do La Niña, um evento climático natural que manteve as temperaturas globais relativamente “baixas” nos últimos dois anos.

"Muitas vezes, os menos responsáveis pelas mudanças climáticas sofrem mais – como vimos com as terríveis inundações no Paquistão e a seca mortal e prolongada no Chifre da África", destacou Taalas. "O clima cada vez mais extremo torna mais importante do que nunca que a gente garanta a todos na Terra o acesso a alertas precoces que salvem vidas".

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